Gostamos de explicar como as coisas funcionam, e isso inclui o nosso próprio trabalho. Estas são as regras que valem para tudo o que sai no Mi Brasil Chegou, escrito pela equipe ou por gente de fora.
Como decidimos o que vira texto?
Ouvindo. Os temas vêm das perguntas que os leitores mandam, do que as pessoas procuram e do que percebemos que está mal explicado por aí. A régua é uma só: o texto precisa ajudar alguém a fazer, entender ou escolher alguma coisa.
Onde vocês buscam informação?
Em quem sabe do assunto: fabricantes e seus manuais, normas técnicas, órgãos do governo e agências reguladoras, além de profissionais que conversam com a gente. Quando um trecho é opinião, ele aparece como opinião.
E quando o assunto é delicado?
Saúde, fiação elétrica, gás, estrutura da casa e decisões com dinheiro pedem alguém habilitado olhando o seu caso. Nesses textos, a gente explica o que dá para entender por conta própria e avisa, com todas as letras, quando é hora de chamar um profissional.
Alguém lê antes de publicar?
Sempre. A revisão confere se as informações batem, se o passo a passo faz sentido, se o título não promete mais do que o texto entrega e se o português está em ordem.
E os textos de colaboradores?
São bem-vindos e seguem as mesmas exigências. Artigos de convidados e parceiros podem trazer links para outros sites, desde que sejam úteis a quem lê. Fica de fora o que for contra a lei, o que engana, o que discrimina e o que possa machucar quem lê.
Errou, e agora?
Agora a gente corrige. Escreve para [email protected] contando em qual página está o problema (cola o endereço) e qual é ele. Olhamos cada pedido e, se ele tiver fundamento, ajustamos o texto e mudamos a data de atualização.
E quando o texto aponta para fora?
O link está ali para embasar ou ampliar o assunto, só que o conteúdo do outro lado é responsabilidade de quem cuida daquele site. Mais detalhes nos Termos de Uso.